Modesta Música Moderna

Entradas categorizadas em ‘indie’

+2.

Setembro 23, 2009 · 2 Comentários

Depois de tempos faço um post para mostrar o novo disco da minha banda brasileira favorita: o +2.

Depois de três discos trocando o band leader (‘Máquina de Escrever Música’ como Moreno +2, ‘Futurismo’ como Kassin +2 e ‘Sincerely Hot’ como Domênico +2) eles lançam agora o que parece ser o primeiro disco sem um líder.

O quarto disco chama-se ‘Imã’ (2009) e além simplesmente chamar a banda de +2 é o primeiro disco instrumental do trio.

Clique aqui para baixar o disco ‘Imã’.

Na Argentina tocando como Kassin +2 em 2007.

No Sesc em SP como Domênico +2.

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The Whitest Boy Alive _ 02.

Janeiro 20, 2009 · 4 Comentários

Ainda não sei se vou continuar com o blog em 2009, muitas coisas mudando. O tempo fica curto e a decepção com os links que expiram rápido é grande.

Mas não posso deixar de compartilhar, mesmo que sem comentários bem elaborados, o ótimo novo disco de uma das bandas que mais gostei nos últimos anos.

“Rules” é o segundo disco do The Whitest Boy Alive e vazou essa semana na internet. O melhor é que eles continuam ótimos e ousando um pouco mais que no primeiro disco.

Clique aqui para baixar o novo disco.

Bom proveito!

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Cinval Coco Grude

Novembro 14, 2008 · 2 Comentários

Seguindo com mais e menores posts falo hoje sobre essa figura ímpar chamada Cinval.

Nascido em Arco Verde, Pernambuco, ele faz um som incrível e muitas vezes inimaginável. Um caldeirão que mistura frevo, maracatu, jazz, techno lounge, funk, soul e, claro, o coco. Sempre fugindo do convencional, seja nas letras fortes ou surreais, na gravação caseira ou nos instrumentos inusitados, Cinval é um mar de inovação e criatividade na música brasileira atual.

Informação que ele sempre faz questão de deixar claro em todos os discos, “não usei computador nem sampler”(!).

(clipe de SoulFunkyBrown)

Coloco para download o disco ‘Cinval Coco Grude e Sua Música Escalafobética’ de 2002. (para baixar, basta clicar aqui ou na capa do disco)

cinval

Segue lista das músicas que no download não está aparecendo:

01_Boca de Ouro (Xerife) | 02_Não saque a arma | 03_A hora serta do sertão | 04_Coco dollár beat | 05_Os donos das ruas | 06_Motorista de ônibus (Destinos) | 07_Andando de Kombi | 08_ Overdose de carnaval | 09_Matou um pássaro pra matar a fome e foi preso | 10_Frevo techno maracatu | 11_Bebendo pra dar coragem | 12_Jazzjustrombone | 13_Stevieassombrado wonder | 14_Boca de ouro (Bôaite) | 15_Bôko môko (é a mãe) | 16_ Comando Marley | 17 e 18_faixas bônus.

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Friendly Fires.

Novembro 2, 2008 · Deixe um comentário

Depois de um belo tempo afastado do blog eu volto com um post rápido, tentando escrever menos e postar mais. :]

E hoje post é sobre o Friendly Fires, novos ingleses divertidos que vêem misturando o indie pop (onde chegamos com os rótulo(!), pelo amordedeus) e a música eletrônica.

Versão ao vivo da ‘Paris’.

Clipe da faixa ‘Jump in the Pool’

O álbum de estréia que coloco aqui para download foi lançado em setembro de 2008 e além dessas duas faixas que coloquei em video trás algumas outras divertidinhas e animadas, como ‘Photobooth’, que particularmente gosto bastante.

Friendly Fires não é nada de incrível ou de revelador, mas é divertido e animado, o que é necessário também.

Myspace do Friendly Fires.

Enjoy it.

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Baobä Stereo Club

Setembro 2, 2008 · Deixe um comentário

O Baöba Stereo Club é uma dupla de jovens paulistas que faz um som instrumental de gente grande.

Henrique é responsável pelas guitarra semiacústica, violões e bandolim, que toca com uma suavidade e beleza incríveis, além do piano. Enquanto seu comparsa o Snoopy (a.k.a Paulo) toca uma bateria ‘nada ortodoxa’, meio quebrada, que me faz lembrar a banda Tortoise.

(capa do primeiro disco)

O disco que coloco aqui para donwload é o primeiro disco homônimo que foi lançado no final do ano passado/começo desse ano pela gravadora Objeto Sonoro. (clique aqui para baixar o disco!)

Com um som muito bem elaborado, mas ao mesmo tempo simples e gostoso de ouvir eles surpreendem. Uma banda instrumental que agrada aos mais exigentes pela beleza dos arranjos e construções, mas tem força para agradar também aos ouvidos menos treinados como os meus.

(video clipe da faixa  ’Joanita’)

O disco tem ainda remix do M.Takara do Hurtmold na faixa ‘Sem-Querer’ uma das melhores do disco.

Baobä Stereo Club é daqueles sons para deixar rolando muitas vezes. Mesmo gostando deles na primeira audição, a cada nova audição eles ficam melhores.

Quem quiser saber mais sobre a banda segue o myspace e o site da gravadora deles.

Aproveitem.

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Yeasayer

Março 5, 2008 · Deixe um comentário

Conheci essa nova banda, o Yeasayer, a pouquíssimo tempo e adorei eles. Com um som multilcultural, misturando o étnico com o rock e a música eletrônica, esse quarteto do Brooklyn é uma das grandes revelações da música independente.

Eles só possuem um album, o ‘All Hours Cymbals’ que foi lançado em outubro de 2007 pelo selo indie ‘We are Free’, já no começo de 2007 eles começaram a aparecer para mídia especializada pela participação no incrível SWXS, festival de música que acontece Austin, Texas.

Eles são modernos e antenados com o mundo. Suas músicas buscam referências nos mais diferentes estilos, do rock pesado em ‘Wait for the Wintertime’ até a psicodélica espiritual de ‘Wait for the Sumertime’ (ótimos oposições). E como todo bom artista independente já entenderam que a internet é a solução e não o problema: dois singles desse disco, ‘2080′ e ‘Sunrise’ estão disponíveis para download de graça no site da banda.

Para baixar o álbum ‘All Hours Cymbals’ do Yeasayer basta clicar aqui ou na capa do disco.

wrf002-cover.jpg

Algumas músicas desse disco de estréia, como a ótima ‘2080′, me lembram o David Byrne e o Talking Heads. Aliás, todo o disco com referências orientais, africanas e do oriente-médio, mostra que a banda é uma seguidora do caminho aberto por Byrne e sua gravadora, a Luaka Bop.

Além das faixas que já mencionei gosto muito e aconselho escutar com carinho as faixas:

_’Sunrise’: faixa que abre o disco. Ela tem uma energia muito boa, perfeita escolha para abrir um disco. Com um vocal gospel que abre espaço para a voz rasgada do vocalista e com um toque de tambores (como se fossem bumbos ao fundo) é um pequeno gostinho do que está por vir.

_’Forgiveness’: talvez a melhor faixa do disco junto com ‘2080′. Depois de uma introdução confusa e meio irritante a faixa parece que vai se encaminhar para uma baladinha rock e você está gostando da bateria e guitarra repetida ela se ‘perde’ para o acústico e acaba mais instigante ainda.

‘Sunrise’ ao vivo.

‘2080′ ao vivo no estúdio.

Para conhecer mais dessa nova banda:

Site: http://www.yeasayer.net/

Myspace: http://www.myspace.com/yeasayer

Categorias: David Byrne · Eletrônica · Experimental · Luaka Bop · Talking Heads · indie · rock · étnico
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Cibelle

Janeiro 7, 2008 · 6 Comentários

Depois de umas merecidas férias volto a minhas atividades normais e, consequentemente, volto aos posts aqui no Modesta Música Moderna.O primeiro post de 2008 será sobre a Cibelle, paulista pra lá de afinada e muito musical que hoje está radicada em Londres e lançou em 2007 seu segundo album.Cantora e compositora que desde 2003, quando lançou seu primeiro disco (Cibelle), impressionou muita gente com sua música brasileira moderna, eletrônica e experimental.Hoje, com seu segundo disco já bem consolidado, o ‘The Shine of Dried Electric Jeanes’, Cibelle aparece como uma das grandes relevações da música independente, moderna e alternativa. Conseguindo, até, um relativo sucesso no Brasil com a participação no Tim Festival de 2007.Seus dois discos foram lançados pela gravadora Ziriguiboom, gravadora criada pelo falecido e genial produtor Suba e que hoje foi incorporada a gravador Crammed Discs. Isso já bastaria par, sem conhecer o som da moça, ter interesse em ouvi-la.Mas existe mais elementos que instigam curiosidade em Cibelle: suas parcerias com o cenário independente das mais variadas partes do mundo. É parceira e amiga de brasileiros como o Curumin, Apollo Nove (que participa de quase todas as músicas desse último disco, ora como músico ora como produtor), Cidadão Instigado e Nação Zumbi (Pupilo, nesse último disco, participa de várias faixas), além dos gringos Devendra Banhart, CocoRosie e Lightspeed Champion (está acompanhando Cibelle em alguns shows).Mais do que Bebel Gilberto (companheira de gravadora), Cibelle é hoje a maior representante do Brasil na cena internacional moderna da música.O album ‘The Shine of Dried Electric Jeanes’, assim como o primeiro de Cibelle, é cheio de referências e estilos. Misturando regravações e músicas inéditas em português e em inglês (aliás, muito bom!) o disco é muito bom e gostoso de se ouvir.Das regravações destaco ‘Green Grass’ do Tom Waits, que ficou linda e romântica na voz de Cibelle. ‘London, London’ de Caetano Veloso que a cantora interpreta com o incrível Devendra Banhart (veja o clipe no You Tube). ‘Para toda minha vida’ de Tom Jobim, que virou quase uma declamação de um poema. E a quase irreconhecível ‘Cajuína’ também de Caetano Veloso, que aparece aqui sem nenhuma referência nordestina.Já as inéditas também destaco várias faixas. ‘Instante de Dois’ que tem um letra linda escrita pela própria Cibelle. ‘City People’ e ‘Mad Man Song’, talvez as duas faixas mais experimentais do disco, a última escrita e gravada com o músico Spleen (que toca com a P.J. Harvey). Ainda destaco as duas inéditas que mais buscam referências no samba: ‘Minha Neguinha’, ‘Esplendor’, a última escrita por Ari Moraes e Moraes Moreira, e por último a faixa ‘Arrête lá, Menina’, escrita e com participação nos vocais e no violão de Seu Jorge.Para quem quiser saber mais sobre essa incrível cantora e compositora segue o Myspace da moça.

Categorias: Bossa Nova · Cibelle · Devendra Banhart · Eletrônica · Experimental · MPB · Samba · indie · indie folk
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Regina Spektor

Dezembro 3, 2007 · 11 Comentários

Hoje vamos falar de uma das artistas que mais me influenciou a criar o blog. Regina Spektor é Modesta Música Moderna por sua postura moderna e clássica ao mesmo tempo, pela sua preocupação com a música e com as letras. E tudo isso rindo de si mesma sempre, sem grandes pretensões. Sem deixar a ironia de lado.

Regina é russa e judia de 27 anos que foi viver em Nova York no período da Perestroika, em 1989. Desde pequena, em Moscou, ela viveu rodeada pela música. O pai, fotógrafo profissional, era violinista amador e a mãe é até hoje professora de música.

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Com formação de música clássica somente mais tarde foi que Regina começou a se interessar por outros ritmos, como o rock, o hip hop, o jazz e até o punk. Criando hoje, depois de 7 albúns, o último é um ao vivo sem músicas inéditas, um estilo próprio. Um estilo musical, muito sonoro e melódico com uma voz linda que ela tem controle total. Com formação de pianista, Regina, escreve e compõe todas suas músicas.

Regina Spektor também é conhecida por participar da cena anti-folk de Nova York, cena que quebra com as restrições sonoras do folk clássico. Fazem parte dessa cena, também, artistas conhecidos como Beck e Ani DiFranco.

O álbum que escolhi colocar aqui é, para mim, o melhor álbum dela, é o disco que melhor mostra esse estilo próprio e toda essa beleza que é a Regina Spektor. O álbum ‘Begin to Hope’ de 2006.

Esse foi o disco que mostrou Regina para o mundo, que fez ela conhecida e muito bem vendida em todo o mundo, mesmo sendo independente e tentando se manter alternativa durante todo esse tempo(disco foi lançado pelo pequeno selo Sire). Foram mais meio milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Com esse disco até algumas rádios do Brasil passaram a tocar suas músicas.

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Todo o disco vale ser ouvido, é daqueles que não perde o nível em nenhum momento. Mas como sempre gosto de indicar alguma música minhas dicas vão para ‘Fidelity’ e ‘On the Radio’.

‘Fidelity’ foi o single de lançamento do disco que em dois dias de clipe no colocado no You Tube foi visto mais de 200.000 vezes! A letra é linda e a música tem uma constância incrível que vicia, o piano repetindo sempre as mesmas notas mantém a música sempre ‘lá em cima’. É uma música charmosa, quase fofa, que pega. Boa pra tocar no rádio.

‘On the Radio’ talvez minha música preferida do disco. O piano se destaca bastante nesse faixa, assim como a influência da música clássica. Gosto bastante porque é uma faixa cheia de altos e baixos e gravada com brincadeiras que tiram toda a pretensão que a música poderia ter. E a maneira como ela canta também é um dos pontos altos da faixa, quase como se ela estivesse conversando com ouvinte. Essa também tem video no You Tube.

Além dessas (não aguentei indicar só duas!) aconselho prestarem atenção em ‘Lady’, uma das, senão a mais bonita do disco, daquelas para se emocionar. ‘That Time’, onde Regina mostra toda a influência que o rock e o punk tiveram sobre ela. ‘Edit’, a faixa mais eletrônica do disco. ‘Better’, outra balada linda! ‘Hotel Song’….bom, como podem ver, realmente todo o disco é incrível.

Para conhecer mais segue o site oficial e o Myspace da moça.

Categorias: Acoustic · Anti-folk · Pop · Regina Spektor · Rússia · indie · piano · rock
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Binário

Novembro 1, 2007 · 2 Comentários

Caminhando pela praia de Ipanema no Rio de Janeiro vejo um banda de rock eletrônico tocando, sim o Rio de Janeiro não é só samba e futebol, como todo boa generalização está também é falsa.

A banda se chama Binário e é conhecida por tocar todo o domingo na beira da praia de Ipanema, não exatamente na beira da praia, mas na avenida Atlântica que proíbe o tráfego de carros aos domingos,. Toda a semana um show de boa qualidade e de graça pra galera. O grupo que está junto a mais de 5 anos é composto por 8 integrantes que tocam desde guitarra, passando por bateria e percussão até sintetizadores eletrônicos e samplers.

Eles já têm um disco chamado Nereida que coloco aqui para baixarem. O disco é bem bom, bem gravado e mostra que o Brasil realmente entrou na onda indie auto suficiente com na Europa e nos Estados Unidos. Onde encontramos artistas independentes fazendo som não comercial de alta qualidade e encontrando meios alternativos para vender seu trabalho, para se sustentarem e viverem da música.

O disco da banda é vendido ali mesmo na beira da praia por apenas 5 reais, preço tabelado e impresso no encarte do cd. Exatamente, eles sem nenhuma vantagem por volume nem contatos e patrocínios conseguem vender um cd por míseros 5 reais! Em algumas lojas do Rio é possível encontrar o disco, também.

Um dos principais motivos desse baixo preço é a tecnologia que eles usaram para gravar o álbum, o SMD (Semi Metalic Disc), tecnologia criada pelo Ralf da dupla sertaneja Christian e Ralf que mantém a qualidade da gravação mas tem um custo muito mais baixo que a tecnologia normal. O selo da banda, o Bolacha Discos, já gravou mais três bandas com essa mesma tecnologia e com esse mesmo preço.

Bom, voltando à música.

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Além do fato de serem uma banda independentes e de eu ter ‘descoberto’ eles na beira da praia de Ipanema o que me surpreendeu mais ainda foi a qualidade do album. Assisti um pouco do show e comprei o cd achando que ia encontrar mais uma nova banda brasileira influenciada pelo Los Hermanos, mas feliz engano. O Binário tem um estilo próprio que mistura kraut rock, hip hop, dub/reggae e música eletrônica e com letras, talvez o que mais me surpreendeu, bem interessantes. Mais uma mostra que diferente do que os grandes críticos dizem não faltam novos compositores no Brasil, o que falta é vontade das gravadoras e grandes interpretes em descobrir-los.

Destaco três faixas do disco, duas pela letra e uma pelo som mesmo.

Pela letra destaco primeiro a faixa 02, ‘Amor Líquido’, totalmente conectada com a pós-modernidade e fluidez do mundo que vivemos a letra é o retrato do jovem que vive essa realidade.

“esse dia é muito caro para ficarmos de paisagem/ tempo é dinheiro porra nenhuma/ um a gente tem de volta o outro nunca.”

Outra letra que é muito boa e também segue essa linha dos conflitos da juventude desse começo de século é a faixa 01, ‘Contrapartida’.

“Contrapartida agora é tarde/não é justo acreditar em equilíbrio/a parte estranha de crescer é ver que o mundo não precisa de você”

E como som destaco a faixa 09, ‘JC’, bem experimental, ela é um rock com vários efeitos de dub e de sintetizadores e samplers.

Para quem quiser conhecer mais da banda segue o Myspace deles e minha dica de quando estiverem no Rio de Janeiro num domingo dêem uma caminhada na beira da praia da Ipanema para ter essa agradável surpresa.

Categorias: Binário · Eletrônica · Ipanema · Rio de Janeiro · SMD · indie · rock