Modesta Música Moderna

Entradas categorizadas em ‘rock’

Beastie Boys.

Maio 15, 2009 · 3 Comentários

Sempre fui muito fã dos Beastie Boys, mas admito que depois que ‘Hello Nasty’ (1998) quebrou minha cabeça em dois eu entrei em tantas outras buscas sonoras que deixei eles um pouco de lado.

Até que o Dani, minha segunda maior fonte de música depois da Desi, diz “Dudu, se já ouviu o instrumental do Beastie Boys? Dá pra entender todas as referências dos caras.”

Pronto, lá vou eu de novo entrar nesse universo foda (sempre no bom sentido). E é esse disco instrumental, o ‘Mix Up’ que eu coloco aqui para vocês baixarem.

Videos:

faixa ‘The Rat Cage’:http://www.youtube.com/watch?v=zHw4AnSgeqM

faixa ‘Off the Grid’:http://www.youtube.com/watch?v=L8uQXtpUxok

(não consegui colocar eles direto aqui, sorry)

Beastie Boys  - The Mix Up (Advance) 2007

Clique na capa ou aqui para baixar o disco.

Myspace da banda: myspace.com/beastieboys

Site: beastieboys.com/

Categorias: Breakbeat · Eletrônica · Experimental · New York · rock
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Baobä Stereo Club

Setembro 2, 2008 · Deixe um comentário

O Baöba Stereo Club é uma dupla de jovens paulistas que faz um som instrumental de gente grande.

Henrique é responsável pelas guitarra semiacústica, violões e bandolim, que toca com uma suavidade e beleza incríveis, além do piano. Enquanto seu comparsa o Snoopy (a.k.a Paulo) toca uma bateria ‘nada ortodoxa’, meio quebrada, que me faz lembrar a banda Tortoise.

(capa do primeiro disco)

O disco que coloco aqui para donwload é o primeiro disco homônimo que foi lançado no final do ano passado/começo desse ano pela gravadora Objeto Sonoro. (clique aqui para baixar o disco!)

Com um som muito bem elaborado, mas ao mesmo tempo simples e gostoso de ouvir eles surpreendem. Uma banda instrumental que agrada aos mais exigentes pela beleza dos arranjos e construções, mas tem força para agradar também aos ouvidos menos treinados como os meus.

(video clipe da faixa  ’Joanita’)

O disco tem ainda remix do M.Takara do Hurtmold na faixa ‘Sem-Querer’ uma das melhores do disco.

Baobä Stereo Club é daqueles sons para deixar rolando muitas vezes. Mesmo gostando deles na primeira audição, a cada nova audição eles ficam melhores.

Quem quiser saber mais sobre a banda segue o myspace e o site da gravadora deles.

Aproveitem.

Categorias: Experimental · indie · rock
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Battles

Abril 3, 2008 · 2 Comentários

Admito que pirei quando ouvi pela primeira vez esse quarteto novaiorquino, os Battles. Todos músicos são conhecidos do cenário underground, vieram de bandas como Don Cabellero e Lynx, e resolveram se juntar para criar essa banda de match-rock (rock originado nos anos 80 complexo e cheio de ritmos atípicos e irregulares paradas e recomeços) dançante e energizante, um ritmo irmão do post-rock.

Eles surgiram em 2003 e lançaram seu primeiro álbum em 2006, o EP C/B EP, que segundo dizem é bem difícil de encontrar. Em maio de 2007 eles lançaram pela Warp Records o Mirrored, considerado o primeiro full-length álbum, que coloco aqui para vocês baixarem.

O disco é muito bom. A revista NME (New Music Express), fiquei sabendo depois, chamou o som deles de ‘future-funk’.

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Todas são realmente boas, mas as que eu mais gostei foram: ‘Race In’ que é frenética e cheia de efeitos, é uma das que eu mais gosto e aconselho. Outra muito interessante é ‘Atlas’, a mais pop do disco, que tem um ritmo e umas viradas ótimas, e a guitarra lá 2 minutos e 30 é muito bom vale a faixa. E por último destacaria ‘Ddiamondd’ que tem um começo de canto incompreensível que é bem louco.

Clipe da faixa ‘Atlas’.

No Fuji Festival, Japão 2007.

Para conhecer mais da banda segue o myspace deles.

Categorias: Battles · Mirrored · New Music Express · Nova orque · macth-rock · post-rock · rock
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Yeasayer

Março 5, 2008 · Deixe um comentário

Conheci essa nova banda, o Yeasayer, a pouquíssimo tempo e adorei eles. Com um som multilcultural, misturando o étnico com o rock e a música eletrônica, esse quarteto do Brooklyn é uma das grandes revelações da música independente.

Eles só possuem um album, o ‘All Hours Cymbals’ que foi lançado em outubro de 2007 pelo selo indie ‘We are Free’, já no começo de 2007 eles começaram a aparecer para mídia especializada pela participação no incrível SWXS, festival de música que acontece Austin, Texas.

Eles são modernos e antenados com o mundo. Suas músicas buscam referências nos mais diferentes estilos, do rock pesado em ‘Wait for the Wintertime’ até a psicodélica espiritual de ‘Wait for the Sumertime’ (ótimos oposições). E como todo bom artista independente já entenderam que a internet é a solução e não o problema: dois singles desse disco, ‘2080′ e ‘Sunrise’ estão disponíveis para download de graça no site da banda.

Para baixar o álbum ‘All Hours Cymbals’ do Yeasayer basta clicar aqui ou na capa do disco.

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Algumas músicas desse disco de estréia, como a ótima ‘2080′, me lembram o David Byrne e o Talking Heads. Aliás, todo o disco com referências orientais, africanas e do oriente-médio, mostra que a banda é uma seguidora do caminho aberto por Byrne e sua gravadora, a Luaka Bop.

Além das faixas que já mencionei gosto muito e aconselho escutar com carinho as faixas:

_’Sunrise’: faixa que abre o disco. Ela tem uma energia muito boa, perfeita escolha para abrir um disco. Com um vocal gospel que abre espaço para a voz rasgada do vocalista e com um toque de tambores (como se fossem bumbos ao fundo) é um pequeno gostinho do que está por vir.

_’Forgiveness’: talvez a melhor faixa do disco junto com ‘2080′. Depois de uma introdução confusa e meio irritante a faixa parece que vai se encaminhar para uma baladinha rock e você está gostando da bateria e guitarra repetida ela se ‘perde’ para o acústico e acaba mais instigante ainda.

‘Sunrise’ ao vivo.

‘2080′ ao vivo no estúdio.

Para conhecer mais dessa nova banda:

Site: http://www.yeasayer.net/

Myspace: http://www.myspace.com/yeasayer

Categorias: David Byrne · Eletrônica · Experimental · Luaka Bop · Talking Heads · indie · rock · étnico
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Darkel

Fevereiro 18, 2008 · 1 Comentário

Jean-Benoit Dunckel é uma das partes do incrível Air, duo francês de música eletrônica, que no final de 2006 lançou seu primeiro disco solo sob o alcunha de Darkel: escuro em alemão.

Essa primeiro disco, que leva o mesmo nome do artista, tem o mesmo mood e atmosfera sensual que são marcas fortes e reconhecidas nos discos do Air. É um disco que quem gosta de Air vai gostar sem nenhuma dúvida, pois é impossível não fazer referências constantes ao duo quando falamos de ‘Darkel’. Parecendo, muitas vezes, mais um disco de divulgação e continuação do Air do que um projeto paralelo. A principal diferença entre o Air e esse primeiro trabalho solo de Dunckel é que em ‘Darkel’ o músico permite se aprofundar mais em ritmos como o Pop e o Rock e ser um pouco menos experimental.

h69986iwjbf.jpg (clique na capa do disco para baixar)

Misturando música pop francesa, música eletrônica, ambient e pitadas de rok ‘Darkel’ foi um dos melhores disco de 2006. Sua modernidade e facilidade de absorção é impressionante. Coloco o ‘Darkel’ como um dos ápices da evolução e retomada da música pop francesa nesse século XXI.

Destaco nesse disco 4 faixas:

_’At the end of the sky’: a faixa mais pop do album. É divertida e remete muito ao pop francês. Alegre e animadora.

_’TV Destroy’: toda a influência rock de Dunckel aparece nessa faixa. Uma das poucas faixas desse disco que não poderiam ser colocados num disco do Air.

_ ‘Some men’: música mais bonita do disco. Com uma base de piano linda e com o refrão ‘ Some men wait for jesus and god / Some men have stopped waiting /I’ve been waiting for you for so long’ essa faixa é de emocionar qualquer um.

_’Earth’: uma das faixas mais eletrônicas ela remete muito ao Air, cheio de efeitos e referências ao ambient.

Para quem quiser conhecer mais segue o clipe de ‘At the end of sky’, uma sessão de estúdio de ‘Some men’ e o myspace do francês.

Categorias: Ambient · Chillout · Eletrônica · Experimental · Pop Francês · rock
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Regina Spektor

Dezembro 3, 2007 · 11 Comentários

Hoje vamos falar de uma das artistas que mais me influenciou a criar o blog. Regina Spektor é Modesta Música Moderna por sua postura moderna e clássica ao mesmo tempo, pela sua preocupação com a música e com as letras. E tudo isso rindo de si mesma sempre, sem grandes pretensões. Sem deixar a ironia de lado.

Regina é russa e judia de 27 anos que foi viver em Nova York no período da Perestroika, em 1989. Desde pequena, em Moscou, ela viveu rodeada pela música. O pai, fotógrafo profissional, era violinista amador e a mãe é até hoje professora de música.

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Com formação de música clássica somente mais tarde foi que Regina começou a se interessar por outros ritmos, como o rock, o hip hop, o jazz e até o punk. Criando hoje, depois de 7 albúns, o último é um ao vivo sem músicas inéditas, um estilo próprio. Um estilo musical, muito sonoro e melódico com uma voz linda que ela tem controle total. Com formação de pianista, Regina, escreve e compõe todas suas músicas.

Regina Spektor também é conhecida por participar da cena anti-folk de Nova York, cena que quebra com as restrições sonoras do folk clássico. Fazem parte dessa cena, também, artistas conhecidos como Beck e Ani DiFranco.

O álbum que escolhi colocar aqui é, para mim, o melhor álbum dela, é o disco que melhor mostra esse estilo próprio e toda essa beleza que é a Regina Spektor. O álbum ‘Begin to Hope’ de 2006.

Esse foi o disco que mostrou Regina para o mundo, que fez ela conhecida e muito bem vendida em todo o mundo, mesmo sendo independente e tentando se manter alternativa durante todo esse tempo(disco foi lançado pelo pequeno selo Sire). Foram mais meio milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Com esse disco até algumas rádios do Brasil passaram a tocar suas músicas.

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Todo o disco vale ser ouvido, é daqueles que não perde o nível em nenhum momento. Mas como sempre gosto de indicar alguma música minhas dicas vão para ‘Fidelity’ e ‘On the Radio’.

‘Fidelity’ foi o single de lançamento do disco que em dois dias de clipe no colocado no You Tube foi visto mais de 200.000 vezes! A letra é linda e a música tem uma constância incrível que vicia, o piano repetindo sempre as mesmas notas mantém a música sempre ‘lá em cima’. É uma música charmosa, quase fofa, que pega. Boa pra tocar no rádio.

‘On the Radio’ talvez minha música preferida do disco. O piano se destaca bastante nesse faixa, assim como a influência da música clássica. Gosto bastante porque é uma faixa cheia de altos e baixos e gravada com brincadeiras que tiram toda a pretensão que a música poderia ter. E a maneira como ela canta também é um dos pontos altos da faixa, quase como se ela estivesse conversando com ouvinte. Essa também tem video no You Tube.

Além dessas (não aguentei indicar só duas!) aconselho prestarem atenção em ‘Lady’, uma das, senão a mais bonita do disco, daquelas para se emocionar. ‘That Time’, onde Regina mostra toda a influência que o rock e o punk tiveram sobre ela. ‘Edit’, a faixa mais eletrônica do disco. ‘Better’, outra balada linda! ‘Hotel Song’….bom, como podem ver, realmente todo o disco é incrível.

Para conhecer mais segue o site oficial e o Myspace da moça.

Categorias: Acoustic · Anti-folk · Pop · Regina Spektor · Rússia · indie · piano · rock
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Nação Zumbi

Novembro 8, 2007 · 2 Comentários

Hoje vou escrever pela primeira vez sobre uma banda mais conhecida e muito comentada ultimamente do que as outras que já coloquei aqui no blog, é a Nação Zumbi.

Acompanho a Nação, com mais ou menos enfâse, desde seu primeiro disco, quando me surpreendi e não compreendi muito bem toda aquela movimentação frenética e desengonçada do Chico Science, que tomava conta do palco, misturada com aquela sonoridade do norte que era uma novidade pra mim.

E em todo esse tempo sempre admirei eles por diferentes aspectos, pela ousadia musical que mistura e cria algo novo, pela ousadia nas letras que criticam e falam do cotidiano sem parecerem hipócritas, nem simplistas e nem agressivas, por terem dito a oportunidade de virarem uma banda pop e optaram por não ser. Gosto da maneira como eles dão vida nova para o som da percussão e fico impressionado com a guitarra do Lúcio Maia, pra mim um dos melhores guitarristas da geração anos 90.

Mas o que é mais impressionante é a evolução musical deles, é a vontade de não ficar parado e de levar a música brasileira para frente. A Nação é uma das poucas bandas que surgiram nos anos 90 que trouxeram algo novo para o rock nacional e que continuam trazendo até hoje, que continua soando novo e relevante.

O disco que vou colocar aqui é o último da banda, lançado agora e chamado ‘Fome de Tudo’.

Um disco que mostra toda essa evolução e a constante inquietação do grupo. Uma banda que tinha tudo para ser taxada de manguebeat, de maracatu, de banda de Recife e tinha todos os motivos para seguir fazendo o mesmo tipo de som que os fizeram famosos, mostra, principalmente, com esse disco que eles têm mais do que uma vida própria, independente do seu passado ou origem, mostra que eles são autênticos, únicos e originais e estão na busca pela evolução da sua música. E o melhor, estão acertando nessa busca!

Todo o disco é ótimo, vale a pena ouvir todo para sentir essa evolução, principalmente para quem só conhece eles dos tempos do Chico Science, as raízes são as mesmas, mas as inspirações e referências se ampliaram muito.

Destaco duas músicas uma é a ‘Originais do sonho’ e a outra a faixa ‘Carnaval’. As duas são ótimos exemplos dessa música moderna que a Nação Zumbi está fazendo, faixas que mantém a pegada original do maracatu, mas que são recheadas de programações eletrônicas que dão uma modernidade ao som cru das guitarras e tambores.

Nação Zumbi é música moderna brasileira.

Site e myspace da banda.

Categorias: Maracatu · Nação Zumbi · Recife · rock

Binário

Novembro 1, 2007 · 2 Comentários

Caminhando pela praia de Ipanema no Rio de Janeiro vejo um banda de rock eletrônico tocando, sim o Rio de Janeiro não é só samba e futebol, como todo boa generalização está também é falsa.

A banda se chama Binário e é conhecida por tocar todo o domingo na beira da praia de Ipanema, não exatamente na beira da praia, mas na avenida Atlântica que proíbe o tráfego de carros aos domingos,. Toda a semana um show de boa qualidade e de graça pra galera. O grupo que está junto a mais de 5 anos é composto por 8 integrantes que tocam desde guitarra, passando por bateria e percussão até sintetizadores eletrônicos e samplers.

Eles já têm um disco chamado Nereida que coloco aqui para baixarem. O disco é bem bom, bem gravado e mostra que o Brasil realmente entrou na onda indie auto suficiente com na Europa e nos Estados Unidos. Onde encontramos artistas independentes fazendo som não comercial de alta qualidade e encontrando meios alternativos para vender seu trabalho, para se sustentarem e viverem da música.

O disco da banda é vendido ali mesmo na beira da praia por apenas 5 reais, preço tabelado e impresso no encarte do cd. Exatamente, eles sem nenhuma vantagem por volume nem contatos e patrocínios conseguem vender um cd por míseros 5 reais! Em algumas lojas do Rio é possível encontrar o disco, também.

Um dos principais motivos desse baixo preço é a tecnologia que eles usaram para gravar o álbum, o SMD (Semi Metalic Disc), tecnologia criada pelo Ralf da dupla sertaneja Christian e Ralf que mantém a qualidade da gravação mas tem um custo muito mais baixo que a tecnologia normal. O selo da banda, o Bolacha Discos, já gravou mais três bandas com essa mesma tecnologia e com esse mesmo preço.

Bom, voltando à música.

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Além do fato de serem uma banda independentes e de eu ter ‘descoberto’ eles na beira da praia de Ipanema o que me surpreendeu mais ainda foi a qualidade do album. Assisti um pouco do show e comprei o cd achando que ia encontrar mais uma nova banda brasileira influenciada pelo Los Hermanos, mas feliz engano. O Binário tem um estilo próprio que mistura kraut rock, hip hop, dub/reggae e música eletrônica e com letras, talvez o que mais me surpreendeu, bem interessantes. Mais uma mostra que diferente do que os grandes críticos dizem não faltam novos compositores no Brasil, o que falta é vontade das gravadoras e grandes interpretes em descobrir-los.

Destaco três faixas do disco, duas pela letra e uma pelo som mesmo.

Pela letra destaco primeiro a faixa 02, ‘Amor Líquido’, totalmente conectada com a pós-modernidade e fluidez do mundo que vivemos a letra é o retrato do jovem que vive essa realidade.

“esse dia é muito caro para ficarmos de paisagem/ tempo é dinheiro porra nenhuma/ um a gente tem de volta o outro nunca.”

Outra letra que é muito boa e também segue essa linha dos conflitos da juventude desse começo de século é a faixa 01, ‘Contrapartida’.

“Contrapartida agora é tarde/não é justo acreditar em equilíbrio/a parte estranha de crescer é ver que o mundo não precisa de você”

E como som destaco a faixa 09, ‘JC’, bem experimental, ela é um rock com vários efeitos de dub e de sintetizadores e samplers.

Para quem quiser conhecer mais da banda segue o Myspace deles e minha dica de quando estiverem no Rio de Janeiro num domingo dêem uma caminhada na beira da praia da Ipanema para ter essa agradável surpresa.

Categorias: Binário · Eletrônica · Ipanema · Rio de Janeiro · SMD · indie · rock